sexta-feira, 17 de setembro de 2010


Eire - Cork (Irlanda portanto), Agosto 2010

3 comentários:

rosario disse...

Irlanda
País do oculto, da fantasia... deve ser especial
outro destino a por na lista...
Paris, Londres.....
na lista dos impossíveis que nos desassossgam

Anónimo disse...

Para desassossegar eu escolheria o meu lindo e doce desassossego...
Paris
"Que Paris não seja para si um romance que jamais alguém escreveria."
"As cidades têm género. Mais ou menos vincado. Têm género ! Londres é masculino por exemplo. Agora que penso nisso... Paris é a única cidade que conheço que é feminino de género. Não tanto para quem lá vive, mas para quem visita. Vá a Paris!
Mas não se perca em museus (nem no Louvre). Basta sentar-se num café de manhã e ver Paris passar naquela doçura que é o francês.
E sobre a noite - cear num barco no Sena ! Paris à noite é um vestido de lantejolas com uma garrafa de champanhe ao pé de um sapato de salto abandonado algures."

Anónimo disse...

Voam gaivotas rente ao chão. Dizem que é chuva a ir chegar. Mas não, neste momento não: São só gaivotas rente ao chão Só a voar. Assim também se há alegria Dizem que a dor nos vem. Talvez. Que importa? Se este dia Tem aqui a sua alegria, Que é que a dor tem? Nada: só o rastro do futuro. Quando vier ficarei triste. Por ora é o dia bom e puro Hoje o futuro não existe. Há um muro. Goza o que tens, ébrio de seres! Deixa o futuro onde ele está. Poemas, vinho, ideais, mulheres - Seja o que for, se é o que há, Há para o teres. Mais tarde ... Mais tarde sê O que mais tarde te for dando. Por ora aceita, ignora e crê. Sê rente à terra, mas voando, Como a gaivota é.

FP